terça-feira, 7 de julho de 2009

Terceira poesia de Brunno:

Guria, Guria
Quem te beijou
depois que te conhece
A alma vomita

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Calado

Mais uma poesia de Brunno Sylva:

"Não o que eu dizer
Vai fazê-lo mudar
Nada que eu fizer
Vai fazê-lo ficar

Nada mais pode apagar
Os pecados meus
E nenhum preço vai pagar
Os erros seus

Se nada Posso fazer
Se nada posso dizer
Se sempre estou errado
Ficarei então calado!"

domingo, 5 de julho de 2009

Um ano de Saudades

Hoje, dia cinco de julho de 2009, completa um ano do falecimento de uma grande amigo, companheiro, conselheiro e Poeta, Brunno da Silva Andrade, ou simplesmente "Brunno Sylva". Nos próximos quinze dias, irei postar em meu blog, quinze textos deles, a começar pela carta que ele me deixou em novembro de 2007, pouco antes de se mudar para a sua terra natal, Juiz de Fora-MG, onde veio a falecer.

"Em breve estarás sózinho
E seguirás o teu caminho
Não guiarei mais os passos seus
Mas, seguirás os passos meus
Em breve estarás sózinho
Mas, nunca é só
quem tem amigos

Sempre que olhares o infinito
Lembrarás do mês quinto
do ano de dois mil e cinco
E saberás que mesmo longe
Ainda estou contigo

E ainda que mui' longe
Eu sentirei o teu carinho
E verei conquistares o mundo inteiro
E já não terás limite
Uma vez que sois anjo,
Amado amigo"

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Mais uma Volta

Volta, d'onde nunca
deverias ter partido
Trás de volta
meu sorriso hoje contido
Pois eu acho, e desconfio
Que só quedarei feliz
contigo, contigo

Venha, pois só em meu
peito acharás abrigo
vem por em meu rosto
um novo sorriso
Você sempre foi o meu melhor
amigo, amigo

volte
Volte
Volte
Volte

sábado, 20 de junho de 2009

Jogo de Dados

Jogastes minha sorte aos dados
Ao passo que jogastes também a tua
Então meu coração em novo plano se situa
em muito já cansado de vossos fardos

Uma vez que a amo jogo sobre mim
Toda essa infinita dor de ti
Que doravante sempre nunca terá fim
E que me corrói os joelhos assi'

só Sigo então, só e adiante
Ainda que traga de ti um pouco comigo
Sinto um pouco que bem pouco vivo
Desde vosso adeus lancinante

terça-feira, 16 de junho de 2009

Carta à Corinto

E tenho gasto minh'alma em ti
amando-a cada vez mais
e Assim sendo menos amado

Não sei porque disso fico tão incomodado
Uma vez que 'inda que esteja ao seu lado
Não serei por ti nunca notado

E tenho gasto meu tempo em ti
Guardando de ti cada passo
Ser seu anjo é hoje tudo o qu'eu faço

A ti dei meu tempo, minh'alma, minha vida
E tudo que fazes é jogares sobre mim
toda carga de vosso coração

A mim, não sois pesada
Nem me dói vosso desprezo
Nem um pouco a indiferença

O que me dói é o amor

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Poesia à Nadyara

Quando acho que paz não mais há
Quando cansado já de respirar
Em teu sorriso encontro ar
Em teu singero e bobo sorriso
sorriso leve de moça que não
encontrará jamais, as tolas
maldades desse mundo

Teu sorriso me cativa
e cativa meu sorriso
E me faz saber que ainda longe
dois sorrisos se combinam

E 'inda irei trilhar esse caminho
Que seus olhos me iluminam
'inda irei trilhar