Eu sou a águia que voa solitária
Eu sou a voz que clama no deserto
sábado, 23 de maio de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
Talita, segunda poesia
posso passar 365 dias ao seu lado
se acaso no 366º não te ver
sentirei saudades
tal qual tivésse passado
de ti longe os últimos 365 séculos
de minha existência
espero que sintas por mim
ao menos um terço da quarta parte
de um quinto da sexta parte
do que eu sinto por ti
ainda que, essa pequena parte
já seja maior que o fatorial
de toda a imensidão do infinito
e me pergunto as vezes como consegui
viver dezessete anos sem conhecer-te
e sinto as vezes que o vazio
desses dezessete anos de minha vida
vai se esvaindo de mim
e tomando em lugar algo que me completa
só não sei destinguir se é o amor
que por ti sinto
ou se é você ao lado meu
pois, te sinto de mim longe
ainda que de mim apenas um centimetro estejas
e é desde então escura toda a noite
desde aquela que de meu céu
tu roubastes as estrelas
se acaso no 366º não te ver
sentirei saudades
tal qual tivésse passado
de ti longe os últimos 365 séculos
de minha existência
espero que sintas por mim
ao menos um terço da quarta parte
de um quinto da sexta parte
do que eu sinto por ti
ainda que, essa pequena parte
já seja maior que o fatorial
de toda a imensidão do infinito
e me pergunto as vezes como consegui
viver dezessete anos sem conhecer-te
e sinto as vezes que o vazio
desses dezessete anos de minha vida
vai se esvaindo de mim
e tomando em lugar algo que me completa
só não sei destinguir se é o amor
que por ti sinto
ou se é você ao lado meu
pois, te sinto de mim longe
ainda que de mim apenas um centimetro estejas
e é desde então escura toda a noite
desde aquela que de meu céu
tu roubastes as estrelas
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Equinócio, Parte 2
O medo nos afasta de quem amamos (um do outro)
O tédio afasta daquilo que almejamos (Não vale se jogar ao fogo)
Oh, quantas noites viajamos (Quanto tempo nesse jogo?)
A espera de um simples sim
Mas, veio um não como resposta
Veio veloz a fechar as portas
E afastou o que nunca esteve perto
e terminou o que nunca foi eterno
O tédio afasta daquilo que almejamos (Não vale se jogar ao fogo)
Oh, quantas noites viajamos (Quanto tempo nesse jogo?)
A espera de um simples sim
Mas, veio um não como resposta
Veio veloz a fechar as portas
E afastou o que nunca esteve perto
e terminou o que nunca foi eterno
quinta-feira, 9 de abril de 2009
A Saga de Karol na praça central da cidade do todo-poderoso deus Thor, filho de Odin
Ah, como eu amo minha TV
A guerra lá fora
a paz no sofá
se a cousa tá mal
é só mudar
trocar de canal
Bush é vilão
na globo é campeão
e o terrorista de verdade
é o afeganistão
Não precisa de compania essa noite
Willam Bonner me diz em quem votar
James Bond salva o mundo
De um Russo que pintava a casa
Pra que viver?
Pra que sonhar?
se tenho a vida dos outros
passando bem frente ao meu sofá
Eu quero ser
Mais um BBB
ganhar milhão
aparecer na televisão
Ser ou não ser?
Ter ou não Ter?
O que fazer?
Pergunte a TV
A guerra lá fora
a paz no sofá
se a cousa tá mal
é só mudar
trocar de canal
Bush é vilão
na globo é campeão
e o terrorista de verdade
é o afeganistão
Não precisa de compania essa noite
Willam Bonner me diz em quem votar
James Bond salva o mundo
De um Russo que pintava a casa
Pra que viver?
Pra que sonhar?
se tenho a vida dos outros
passando bem frente ao meu sofá
Eu quero ser
Mais um BBB
ganhar milhão
aparecer na televisão
Ser ou não ser?
Ter ou não Ter?
O que fazer?
Pergunte a TV
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Anjo
Um anjo tal como em contos
Perdido em terra de sonhos
É ela quem eu encontro
A quatro dias do quarto mês
O sorriso explêndido dela
De enorme escandescência
Não consegue explicar a ciência
A razão de vossa beleza
Só sei que não faz mais sentido
Mui me agrade ser seu amigo
Pra sempre a trago comigo
Belo anjo, belo olhar
O seu nome é J.K.
mas, não como Kubitscheck
Minha mente já não esquece
Seu sorriso a me tocar
Perdido em terra de sonhos
É ela quem eu encontro
A quatro dias do quarto mês
O sorriso explêndido dela
De enorme escandescência
Não consegue explicar a ciência
A razão de vossa beleza
Só sei que não faz mais sentido
Mui me agrade ser seu amigo
Pra sempre a trago comigo
Belo anjo, belo olhar
O seu nome é J.K.
mas, não como Kubitscheck
Minha mente já não esquece
Seu sorriso a me tocar
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Non te Scordar di me (trecho)
O frio vento que adentra minha janela
Quase matou-me nessa madrugada
Mas não pelo frio em si
E sim em saber que não sou eu quem aqueço ela
Quase matou-me nessa madrugada
Mas não pelo frio em si
E sim em saber que não sou eu quem aqueço ela
terça-feira, 31 de março de 2009
Aunque - Prólogo em Português
Olha pra mim
E diz assim
Que não haverá fim
Ainda que não
Minta pra mim
Me faz feliz
Ainda que não
E diz assim
Que não haverá fim
Ainda que não
Minta pra mim
Me faz feliz
Ainda que não
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