Vão passar por essas ruas vários carros
Vão passar
Vão passar por minha vida outras mulheres
Vão me amar
Vou gostar
Mas, vão passar
Vão passar
Vai passar por minha vida os amigos
Vão ficar
Eles sempre vão em caminhos opostos
Vão voltar
Vou esperar
E vou quedar
' Mesmo lugar
Vão passando os anos de repente
Vão passar
E as ruas entre nossas casas
Vão aumentar
Eu vou chorar
E lamentar
'inda te amar
Mas vou amar
Ainda seja outro contigo
Vou amar
Ainda que me doa ser seu bom amigo
Vou amar
Ainda...
Os seus filhos em minha porta
Vão passar
E aquele nosso beijo
Vou lembrar
Vai me matar
Te relembrar
ainda mais
Mas vou amar
Ainda seja outro contigo
Vou amar
Ainda que me doa ser seu bom amigo
Vou amar
Ainda...
domingo, 27 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Três Anjos, parte 3
O Sol que adentra a janela
Não tem nem sequer o quinto do sexto
da sétima parte de um terço do brilho dela
Nem ao menos o seu calor
Pois foi o seu abraço, quente, forte
Que me trouxe de volta vida
Salvou-me da morte
Salvou-me de mim mesmo
Queria passar o resto da eternidade
abraçado a ti
Meu anjo perfeito
Meu anjo ruivo
Minha alegria
Minha vida
Não tem nem sequer o quinto do sexto
da sétima parte de um terço do brilho dela
Nem ao menos o seu calor
Pois foi o seu abraço, quente, forte
Que me trouxe de volta vida
Salvou-me da morte
Salvou-me de mim mesmo
Queria passar o resto da eternidade
abraçado a ti
Meu anjo perfeito
Meu anjo ruivo
Minha alegria
Minha vida
Três Anjos, parte 2
Seus olhos redondos, morena
janelas de uma paz tão serena
Que me preenche, Que me encanta
Que me enche, de uma sóbria alegria
Que me abrilhanta
A Vida
És meu anjo por todo o infinito
E se pra existir for nescessário motivo
Em ti existo
janelas de uma paz tão serena
Que me preenche, Que me encanta
Que me enche, de uma sóbria alegria
Que me abrilhanta
A Vida
És meu anjo por todo o infinito
E se pra existir for nescessário motivo
Em ti existo
domingo, 20 de dezembro de 2009
Três Anjos, parte 1
Tão belo sorriso bonito
Guardado trago comigo
Pois se tornou meu amigo
E com ele na memória
É como estar contigo
Por isso trago
Meu carinho
Nesses versinhos
Pra ti que é anjo
E que torna meu viver
Tão lindo
Guardado trago comigo
Pois se tornou meu amigo
E com ele na memória
É como estar contigo
Por isso trago
Meu carinho
Nesses versinhos
Pra ti que é anjo
E que torna meu viver
Tão lindo
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Sarah
Se estais presa em seu castelo
O seu castelo sou eu
Numa nova conjuntura que se faz eterna
O seu desejo sobre o meu governa
E o meu coração tornou-se seu
Se estais cercada por dragões
Ou se perdeste a paz
Saibas que é assim que se configura meu coração
Por lhe amar de mais
Trancada em mim, porém livre
É só pulares a janela
Mas saiba que sempre que quiseres voltar
Terás aqui alguém que te espera
Sou governado por ti
mas meu prazer estar nisso
pois no fundo sinto que nosso desejo
seja um grito unissolo
O seu castelo sou eu
Numa nova conjuntura que se faz eterna
O seu desejo sobre o meu governa
E o meu coração tornou-se seu
Se estais cercada por dragões
Ou se perdeste a paz
Saibas que é assim que se configura meu coração
Por lhe amar de mais
Trancada em mim, porém livre
É só pulares a janela
Mas saiba que sempre que quiseres voltar
Terás aqui alguém que te espera
Sou governado por ti
mas meu prazer estar nisso
pois no fundo sinto que nosso desejo
seja um grito unissolo
domingo, 29 de novembro de 2009
Guerra Interior (Base para Guerra Nuclear)
Eu sinto o peso do mundo em minhas costas
E sinto o peso de meu viver em meu peito
E me pergunto:
Seria o Fim concreto em mim?
Te vejo, 'inda que cego por tua luz
Tua luz que esconde o Sol
Que explode na infelicidade de não ser você
Seria o Sol uma Bomba-atômica?
Raios de Artemis, tocam minha pele
Escorrem pelo corpo
Numa fulga louca
Tentando me matar
Em guerra com eu mesmo
Santo-pagão-santo
Guerra interior
Uma grande paixão seria um amor?
Um pequeno amor seria paixão?
ou... o que mesmo eu dizia?
perdi as palavras
na limpida piscina do seu olhar
Olhar que me congela
Olhar que me eleva
onde nunca pisei
Onde nunca pisarei
Esses olhos só pra ele têm olhos
Esses olhos que o sono me tiram
Esses olhos
Se te vejo em meus sonhos
Lembro dele agora
Me sinto a me matar
Estou no Céu?
Aqui é o fim?
Te quero pra mim
Aqui no Céu, ele não te toca
Em meus sonhos, tu és minha
Acordo de meus sonhos
Luto com eu mesmo
Guerra Interior, guerra interior
Te vejo escravizada
Não posso fazer nada
Travo novas Guerras
Guera interior, guerra interior
E sinto o peso de meu viver em meu peito
E me pergunto:
Seria o Fim concreto em mim?
Te vejo, 'inda que cego por tua luz
Tua luz que esconde o Sol
Que explode na infelicidade de não ser você
Seria o Sol uma Bomba-atômica?
Raios de Artemis, tocam minha pele
Escorrem pelo corpo
Numa fulga louca
Tentando me matar
Em guerra com eu mesmo
Santo-pagão-santo
Guerra interior
Uma grande paixão seria um amor?
Um pequeno amor seria paixão?
ou... o que mesmo eu dizia?
perdi as palavras
na limpida piscina do seu olhar
Olhar que me congela
Olhar que me eleva
onde nunca pisei
Onde nunca pisarei
Esses olhos só pra ele têm olhos
Esses olhos que o sono me tiram
Esses olhos
Se te vejo em meus sonhos
Lembro dele agora
Me sinto a me matar
Estou no Céu?
Aqui é o fim?
Te quero pra mim
Aqui no Céu, ele não te toca
Em meus sonhos, tu és minha
Acordo de meus sonhos
Luto com eu mesmo
Guerra Interior, guerra interior
Te vejo escravizada
Não posso fazer nada
Travo novas Guerras
Guera interior, guerra interior
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Suzana
Seus vermelhos cabelos me chamam
Um mar vermelho de fogo que clama
Zarpar em meu feliz peito, ferido
Acalentar meus olhos amigos
Não fujas de meus olhos menina
Anjo ruivo, poeta e poesia
Um mar vermelho de fogo que clama
Zarpar em meu feliz peito, ferido
Acalentar meus olhos amigos
Não fujas de meus olhos menina
Anjo ruivo, poeta e poesia
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