Repousa minh'alma em teus olhos
Abrigo seguro pra mim, que sou
Imortal ao tocar sua mão
Aquela que mui' mais fundo tocou
Nem deves ter percebido, mas
Ela de leve tocou meu coração
Coração que num grande espamo
Ressuscitou quase no salto
Implodiu, explodiu, e saiu voando
Saltando, rodopiando e dançando
Tropeçando na lingua
Imóvel, em silêncio quedando
Naquele toque, mostrou-me querida
Ainda vale a pena a vida
terça-feira, 25 de maio de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Páscoa
Cristo ressuscitou
Eis que cessa meu choro enfim
Ao ver ressurreto o Salvador
Que muito sofreu por mim
Na Cruz provando-me seu amor
Não há mais motivo de pranto
O Mestre Ressuscitou
Alegre será nosso canto
Ao lembrar o que ele falou
Entregou-se a si mesmo por nós
Como cordeiro ao matadouro
Quedando calado, sofrendo a sós
Trazendo-nos a paz num futuro vindouro
Não vivo mais eu, Cristo vive em mim
Santificando meu coração
Até que um dia se possa enfim
Trazer-me também à ressurreição
Não vivo mais eu, Cristo em mim vive
Trazendo-me a paz e a esperança
Do pecado já fez-me livre
e minh'alma n'ele descança
Não vivo mais eu, Cristo vive em mim
Me dando paz e perdão
E como nada paga um amor assim
Te dou o meu coração
Eis que cessa meu choro enfim
Ao ver ressurreto o Salvador
Que muito sofreu por mim
Na Cruz provando-me seu amor
Não há mais motivo de pranto
O Mestre Ressuscitou
Alegre será nosso canto
Ao lembrar o que ele falou
Entregou-se a si mesmo por nós
Como cordeiro ao matadouro
Quedando calado, sofrendo a sós
Trazendo-nos a paz num futuro vindouro
Não vivo mais eu, Cristo vive em mim
Santificando meu coração
Até que um dia se possa enfim
Trazer-me também à ressurreição
Não vivo mais eu, Cristo em mim vive
Trazendo-me a paz e a esperança
Do pecado já fez-me livre
e minh'alma n'ele descança
Não vivo mais eu, Cristo vive em mim
Me dando paz e perdão
E como nada paga um amor assim
Te dou o meu coração
segunda-feira, 5 de abril de 2010
ENEIDA
Estradas diferentes guiaram a gente
Não sei o que o destino quer disso
Espero que cousas boas
Iguais seu sorriso, seu rosto de anjo
Divino olhar, de olho castanhos
A alma bonita, tal qual de criança
Leva-me ao céu, o tocar de suas asas
Ilumina-me a senda, onde quer que tu passa
Me arrebata daqui, o calor da sua voz
Arranca-me a alma, de forma feroz
Ainda não sei, se és simples sereia
Não sei ao certo, mas em meu corpo passeia
Cantado-me com os olhos, que ouço com a mão
Iludindo a todos, que a ouvem violão
Levando os sonhos embora daqui
Levando-me a loucura concreta assi'
Olhando-me a ti, me perco-me a mim
Toma meu coração, o pegue pra si
Te dou minh'alma, que busques aqui
Imploro seu colo, repouso ali
Não sei o que o destino quer disso
Espero que cousas boas
Iguais seu sorriso, seu rosto de anjo
Divino olhar, de olho castanhos
A alma bonita, tal qual de criança
Leva-me ao céu, o tocar de suas asas
Ilumina-me a senda, onde quer que tu passa
Me arrebata daqui, o calor da sua voz
Arranca-me a alma, de forma feroz
Ainda não sei, se és simples sereia
Não sei ao certo, mas em meu corpo passeia
Cantado-me com os olhos, que ouço com a mão
Iludindo a todos, que a ouvem violão
Levando os sonhos embora daqui
Levando-me a loucura concreta assi'
Olhando-me a ti, me perco-me a mim
Toma meu coração, o pegue pra si
Te dou minh'alma, que busques aqui
Imploro seu colo, repouso ali
quarta-feira, 3 de março de 2010
Minha Guardiã
Os meus olhos a mergulhar nos seus
Veem neles a perfeição de Deus
Demonstrada em seu sorriso
que de tão belo eu duvido
existir algo igual no universo
quero a paz do seu abraço
o calor do corpo seu
Te quero sempre ao lado
Me sentir por ti amado
seu carinho em meu corpo
vai mais fundo e toca a alma
me extasia e perco a fala
E seu nome é tudo que eu chamo
Pra dizer que eu te amo
Veem neles a perfeição de Deus
Demonstrada em seu sorriso
que de tão belo eu duvido
existir algo igual no universo
quero a paz do seu abraço
o calor do corpo seu
Te quero sempre ao lado
Me sentir por ti amado
seu carinho em meu corpo
vai mais fundo e toca a alma
me extasia e perco a fala
E seu nome é tudo que eu chamo
Pra dizer que eu te amo
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
O que me dói
Certo que não és nada daquilo que eu sempre quis pra mim
Mas és exatamente aquela quem eu quero aqui
Pois és medida certa do que eu preciso pra ser feliz
E a minha procura eterna em ti encontra um fim
Mas se por um lado me encontro muito extasiado
Por outro lado eu me vejo um pouco desesperançoso
Pois meu pobre coração não reparou nesse alvoroço
Que seu peito por outro bate um pouco mais apaixonado
Tocando o perfume doce que esala de seus cabelos
Eu me perco ouvindo o belo som crescente do seu coração
Mergulhando em seus olhos sem saber se virei a tê-los
Então me falas de outro, sou tomado de imensa dor
De uma vontade de abraçar-te se eu toco a sua mão
nem vontade nem desejo, o que me dói é o amor
Mas és exatamente aquela quem eu quero aqui
Pois és medida certa do que eu preciso pra ser feliz
E a minha procura eterna em ti encontra um fim
Mas se por um lado me encontro muito extasiado
Por outro lado eu me vejo um pouco desesperançoso
Pois meu pobre coração não reparou nesse alvoroço
Que seu peito por outro bate um pouco mais apaixonado
Tocando o perfume doce que esala de seus cabelos
Eu me perco ouvindo o belo som crescente do seu coração
Mergulhando em seus olhos sem saber se virei a tê-los
Então me falas de outro, sou tomado de imensa dor
De uma vontade de abraçar-te se eu toco a sua mão
nem vontade nem desejo, o que me dói é o amor
sábado, 9 de janeiro de 2010
Mesma
Bate, bate à porta
A mesma história, a mesma esmola
A mesma vida vazia
Que eu vivo
correndo, batendo
de porta, em porta
-preciso comer
-preciso viver
-precisas me amar
-precisas me amar
Bate, bate a porta
Que o vento me joga
Com raiva, com raiva
que não vai embora
a raiva, a pedinte
e é sempre a mesma
pedinte, raiva
Pedindo de esmola
a atenção de todos
mato a fome do ego
morrendo de frio na rua
A mesma história, a mesma esmola
A mesma vida vazia
Que eu vivo
correndo, batendo
de porta, em porta
-preciso comer
-preciso viver
-precisas me amar
-precisas me amar
Bate, bate a porta
Que o vento me joga
Com raiva, com raiva
que não vai embora
a raiva, a pedinte
e é sempre a mesma
pedinte, raiva
Pedindo de esmola
a atenção de todos
mato a fome do ego
morrendo de frio na rua
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Algo sobre Nathália
Dizer que a Nathália é gata é puro pleonasmo
Pois vejo contido nesse belo sorriso
A alegria e a felicidade que preciso
Que me lembra em Criança o entusiasmo
De contemplar a plenitude de sua beleza
Que demonstra, com certeza, quão perfeita pode ser
A natureza
Pois vejo contido nesse belo sorriso
A alegria e a felicidade que preciso
Que me lembra em Criança o entusiasmo
De contemplar a plenitude de sua beleza
Que demonstra, com certeza, quão perfeita pode ser
A natureza
Assinar:
Postagens (Atom)